B A N G A

22.01.08

VOLTAREMOS UM DIA - AGUARDEM!


MONTAGEM "tosca" POR: bia_clark


Estamos em férias


Voltaremos em breve.


Enquanto isso, deixaremos nosso kit de remédios à disposição.


*Se os sintomas persistirem procure um analista.


Escrito por Banga às 20h48
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coluna VER-TE-BROWN

 

E agora José?


O ano mal começou...

Ou teria começado mal?

Sei lá, não sei.

O carnaval ta-hi

<< eu fiz tudo pra você gostar de mim... >>

O que restou de nós?

Uns 325...

Talvez a gente consiga 

desatar todos eles

até o ano que vem.

Ele vem aí, mas não desisto.

Vou tentando fazer as pazes com a palavra.

Reconheço que a briga tem sido feia.

Ela diz: não me escreve!

Eu, escravo, escrevo.

Ela, pra se vingar, me descreve.


<< Enquanto isso, os riscos crescem: bolsas despencam, febre amarela... >>


Zé Maurício Rocha


Escrito por Banga às 11h07
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29.12.07

coluna LENÇOL DE MARGARIDAS

Abre a porta e sai. O novo entra. A vida segue apesar de tudo, apesar do fim, apesar de sempre.

Todo Ano! Feliz Tim Tim!

Maria Cláudia Mesquita

 

 


Escrito por Banga às 00h47
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25.12.07

coluna VER-TE-BROWN

 

Então, é Natal...

 

Então... Feliz Natal!!!

 

Que seja um dia feliz pra todo mundo, por todo o mundo,

seja lá qual for o significado do Natal pra cada um...

E um feliz ano-bom!

 

Zé Maurício Rocha


Escrito por Banga às 13h23
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21.12.07

coluna CANASTRA CLARKIANA

MEUS VOTOS DE BOAS FESTAS !

bia_clark


Escrito por Banga às 10h19
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20.12.07

coluna MEDÉIA QUER CACHAÇA

Opa. voltei. desculpem a ausência. falem a verdade, vai. vocês nem notaram. como última coluna do ano, aí vão dos cosas.

capa

ilustração: Eduardo Verderame (do livro).

Preciso contar sobre esse livro ótimo que li em uma manhã e abriu horizontes para todas e novas formas de pensar e produzir e sentir.

GRAN CABARET DEMENZIAL. O nome já é bem bacana. E dentro é mais. Além de ser uma edição linda, muito bem ilustrada, organizada e tal (é, é da Cosac), traz pequenos contos (questão de simplificação, não de definição) intrigantes que fazem rir e afligem os leitores. Fragmentação do sujeito, crises identitárias, palavras e seus significados são alguns dos temas abordados. Com muita, mas muita, muita mesmo criatividade. Verônica Stigger me ganhou demais. Vale a pena. Destaque especial para O DIÁLOGO DE TRISTEZA E ISIDORO. Putaqueopariu. Quero encenar.

*

ESTA NOCHE LA ULTIMA

buenos aires

quanto tempo, né?
é...
por que, hein?
por isso mesmo.
o que?
o tempo.
sim, é muito...
é...
e não há mais nada que eu possa fazer?
não...
em nome de mais nada?
de mais nada...
você podia me explicar o motivo?
não.
não quer?
não sei...
é medo.
sim.
é medo?
não.

Juliana Amato


Escrito por Banga às 11h52
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18.12.07

coluna VER-TE-BROWN

 

Vai viajar neste fim de ano?

Antes de viajar, realize uma boa ação - aproveitando o espírito natalino...

E se não for viajar, faça-o igualmente. Já sabe como?

.

.

.

.

DOE SANGUE!

Se você está em São Paulo:www.prosangue.sp.gov.br

Lá você encontra todas as informações que você precisa para fazer o bem sem olhar a quem.

 

Zé Maurício Rocha


Escrito por Banga às 19h17
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16.12.07

coluna LENÇOL DE MARGARIDAS

Meu mês

 

Existe uma alegria especial na correria de dezembro. As ruas ficam mais bonitas, cheias de alegria e brilhos nos olhos. Crianças encantam as lâmpadas que alegram a noite. Nessa atmosfera, eu vou realizando pequenos sonhos como o de abraçar mais pessoas desejando bons sentimentos, pensar com carinho naqueles que amamos ao escrever um cartão ou uma pequena carta. Alguns nos emocionam de uma forma inesperada. Um telefone que toca surpreendendo a distância. Uma mensagem no celular ou e-mail nos preenche de esperanças. Sonhamos dias melhores, recheados de encontros ainda mais felizes.

 

Alguém me disse que essa correria cansa. Eu não concordei. Eu não me obrigo a nada. Gosto das confraternizações e de brincar de amigo secreto. Adoro presentear, escolho sentimentos e sentidos em cada passeio que faço no meu mês. Eu me emociono com os contos de Natal, com os filmes, com as histórias de família. Fico feliz com aquelas que eu escrevo com a minha.

 

Existe uma alegria especial na correria. Mesmo fazendo diversas coisas ao mesmo tempo eu consigo viver momentos muito especiais. Deve ser um canto de anjos ou um toque dos Céus acordando corações hoje para o presente do ano que vem.

 

Maria Cláudia Mesquita Poças


Escrito por Banga às 23h29
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15.12.07

ADRIANA CALCANHOTO

 

 

 

Gosto muito da Adriana Calcanhoto. Ela é uma boa compositora e tem um canto calmo.

Filha de músico de jazz e bailarina, Adriana começou tocando na noite em Porto Alegre, sua cidade Natal.

 

O primeiro CD foi lançado em 1990: Enguiço. Foi um CD muito elogiado  que trouxe as músicas Naquela Estação e Mortais como destaque. Esse CD lhe rendeu o Prêmio Sharp como cantora revelação.

 

Em 1992, lançou o CD Senhas, um dos que eu mais gosto, pois nele encontramos Esquadros e Mentiras.

 

Já em 1994, com o CD A fábrica do poema Adriana Calcanhoto, buscou inspiração em nada mais nada menos  que: Gertrude Stein, Augusto de Campos, Antonio Cícero, Waly Salomão e Arnaldo Antunes. Este disco traz a música que eu mais gosto, na interpretação da Adriana: Inverno, que é do maravilhoso Antonio Cícero.

 

Na seqüência, Adriana lançou: Maritmo em 1998, Público (ao vivo) em 2000, Cantada em 2002, o Perfil Adriana Canhoto em 2003 (que vendeu 500.000 cópias) , Adriana Partimpim em 2004 e Adriana Partimpim O show em 2005.

 

Beijo Adriana!!

 

Vânia Ramos


Escrito por Banga às 22h51
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14.12.07

Canastra Clarkiana

Augusto de Campos

 O Vivo

Não queiras ser mais vivo do que és morto.
As sempre-vivas morrem diariamente
Pisadas por teus pés enquanto nasces.
Não queiras ser mais morto do que és vivo.
As mortas-vivas rompem as mortalhas
Miram-se umas nas outras e retornam
(Seus cabelos azuis, como arrastam o vento!)
Para amassar o pão da própria carne.
Ó vivo-morto que escarnecem as paredes,
Queres ouvir e falas.
Queres morrer e dormes.
Há muito que as espadas
Te atravessando lentamente lado a lado
Partiram tua voz. Sorris.
Queres morrer e morres.


Escrito por Banga às 11h13
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11.12.07

coluna VER-TE-BROWN

... e quando a gente para pra pensar na vida, encontrar um sentido pra tudo isso, é inevitável a sensação de ficção, de ilusão. A física quântica tampouco explica tudo, não é mesmo? Há o risco de que algumas pessoas troquem o que a Igreja chamava de dogma pela física quântica, mas e se? Na semana passada, se não me falha a memória, Millôr provou que o Sol gira em torno da Terra. Será? Não há segredos, só mistérios, e o que vale é a dúvida. Se ele duvidou de Galileu, quem sou eu? Quem somos nós? Não basta pensar, nem dá pra explicar. Quando o padre diz “eis o mistério da fé”... sem querer ele está entregando a solução do enigma. Você acredita ou não acredita. Ponto. Tudo isso por causa da angústia de um amigo que teve a sensação de ser finito. “Parei pra pensar naquilo de não existir. E quando eu não estiver mais aqui? Deixar de existir!” E citou Pessoa. "Te queres matar?" {o que será que eu faço com essas aspas?} E continuou. “Como vão lembrar de mim? O que vão dizer? Vão dizer assim: 'bem... ele trabalhou, fez um curso...' E daí?” Fiquei tristefeliz, se é que posso dizê-lo assim. Já vi algo do tipo “tristemente feliz” e me parece que já devem ter dito/escrito feliz tristeza, ou vice-versa. Já sei quão doloroso é pensar na finitude. Sou feliz por ter consciência de que essa é uma das possibilidades. Nasci pelado, careca e sem dentes. O que vier é lucro. Se bem que também não estou disposto a tudo, a não ser aprender até o último segundo. Ser uma passagem não significa que é um passeio. Levo na bagagem todo o aprendizado e se for útil, ótimo! E se for tudo um acidente cósmico, aquela explosão, massa amorfa e quente, resfrio, espirro, bactéria, barata, dinossauro, macaco, homo sapiens... Terá valido o prazer de aprender. Sempre!

Zé Maurício Rocha

Escrito por Banga às 11h07
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10.12.07

coluna LENÇOL DE MARGARIDAS

Contos

 

Havia dedos no poema com moldes de fadas, perfume de flores, natureza de borboletas. Desconhecido ser solfejava uma canção de ninar. Noite chega, lua vem, lume verde, fresco, piscando. Cheiros dos diversos mistérios impregnavam minha mente. Sentei sobre tudo aquilo e parei de escrever sobre. A história era levada sem precisar de escritor.  Via a energia de um menino e de uma menina. Espíritos? Reflexos? Sombras? Dançavam feito luzes coloridas sobre o véu da noite. Deram roupas de arco-íris para a lua. Adormeci. Um livro se fez.

 

Maria Cláudia Mesquita


Escrito por Banga às 12h58
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07.12.07

Canastra Canastra Canastra Canastra

CARTA AO PAPAI NOEL

* Por Hermes e Renato

Porque nem sempre dá para fazer uma poesia;0)) bia_clark.


Escrito por Banga às 12h26
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04.12.07

coluna VER-TE-BROWN

Golondrina encantadora
hace tiempo que no canta
hace tiempo que no baila
que no vemos su volar

Te extrañamos, Golondrina
hace tiempo que no llueve
hace tiempo preguntamos
Golondrina, cuándo vuelves?

Zé Maurício Rocha



Volverán las oscuras golondrinas

Volverán las oscuras golondrinas
en tu balcón sus nidos a colgar,
y, otra vez, con el ala a sus cristales
jugando llamarán;
pero aquéllas que el vuelo refrenaban 5
tu hermosura y mi dicha al contemplar,
aquéllas que aprendieron nuestros nombres...
ésas... ¡no volverán!

Volverán las tupidas madreselvas
de tu jardín las tapias a escalar, 10
y otra vez a la tarde, aun más hermosas,
sus flores se abrirán;
pero aquéllas, cuajadas de rocío,
cuyas gotas mirábamos temblar
y caer, como lágrimas del día... 15
ésas... ¡no volverán!

Volverán del amor en tus oídos
las palabras ardientes a sonar;
tu corazón, de su profundo sueño
tal vez despertará; 20
pero mudo y absorto y de rodillas,
como se adora a Dios ante su altar,
como yo te he querido..., desengáñate:
¡así no te querrán!

Gustavo Adolfo Becquer
Escrito por Banga às 18h57
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02.12.07

coluna LENÇOL DE MARGARIDAS

Cegos

 

Partiu em busca daqueles olhos, Serenos? A visão sempre se abria sobre as questões de querer, poder, Noite, somos como a noite! Assim o texto se iniciava, estrelas derramadas, linguagem de um sentimento, A lua ainda não contou.

 

Respostas vinham com as luzes artificiais enquanto poemas e verdades cobriam a madrugada com novos versos. Calçadas se contentavam com pés batendo as letras do ritmo sem sentido, Seus olhos. A cidade os perdeu enquanto respiravam seus corpos, almas em sede saltos dos muros, saliva picha, Acho que te amo!

 

Alguns passos cantaram por mais alguns minutos. Ele exclamou uma última frase. Depois disso nunca mais ninguém os reconheceu.

 

Maria Cláudia Mesquita


Escrito por Banga às 23h38
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30.11.07

colula CANASTRA CLARKIANA

Desencanto

Eu faço versos como quem chora
De desalento... de desencanto...
Fecha o meu livro, se por agora
Não tens motivo nenhum de pranto.

Meu verso é sangue. Volúpia ardente...
Tristeza esparsa... remorso vão...
Dói-me nas veias. Amargo e quente,
Cai, gota a gota, do coração.

E nestes versos de angústia rouca
Assim dos lábios a vida corre,
Deixando um acre sabor na boca.

-Eu faço versos como quem morre.

 

Manuel Bandeira

 

(Faz dias que estou sem o que e como escrever.

Acabo por pegar emprestado aos poetas

amigos aquilo que hoje gostaria de dizer).

bia_clark


Escrito por Banga às 14h47
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29.11.07

coluna MEDÉIA QUER CACHAÇA

Boris Bilinsky, City Art work for Metropolis c.1926-7

argonauta

 

não há mais

tempo

- e bem que podia

ser

você

reconstruindo o chão

de azul

de tudo

 

de teto e me cobre

Juliana Amato


Escrito por Banga às 10h56
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27.11.07

coluna VER-TE-BROWN


VOX POPULI

Quanto tempo faz mesmo? Doze dias?
Sim, doze dias.
Estava parado no ponto de ônibus
manhã céu de chumbo
e me perguntava
o que me dizia toda aquela gente parada no ponto
apertada nos coletivos prensada nas lotações.

Ontem um bêbado – ou seria um equilibrista? –
exalou palavras de lucidez etílica
desde aquele banco do fundo da lotação:

“Eu não sou o papa! Se eu fosse o papa
Você acha que eu estaria sentado
Numa cadeira de ouro?
Por que que o papa não vende,
Não pega aquela cadeira e diz
‘Tá aqui ó, vou vender essa cadeira de ouro
Pra ajudar os irmãos lá do Ceará,
Lá do Nordeste.’
E a África?
‘Ó, vamo vendê essa cadeira de ouro
Pra ajudar o povo da África’
Mas ele faz isso?”

Desci da lotação com um alívio irritante.


Zé Maurício Rocha

Escrito por Banga às 11h18
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26.11.07

coluna LENÇOL DE MARGARIDAS

Cartas e AmoR

 

Teve um tempo em minha vida em que eu escrevia cartas para meus amigos. Eram cartas que enviava por e-mail ou que eu publicava em meu blog, mas que eram escritas com a mesma emoção das cartas com envelope e selo. Eu me sentia tão bem escrevendo para as pessoas que amo e não sei se me dava conta disso. Muitas vezes o distanciamento é que nos mostra essas coisas. Piegas? Lembrei Fernando Pessoa, Todas as cartas de amor são ridículas e fiquei mais tranqüila no meu ato de ser ridícula. Mas continuei a me perguntar, Depoimentos de amor são ridículos? Carinho é ridículo? Chamar o outro de meu amor, meu anjinho, benzinho, fofinho, minha flor é ridículo? Não acho, porém percebi que eu construí um certo medo de escrever das coisas que gosto e pessoas que amo. A escolha da palavra certa para atingir a originalidade muitas vezes me faz correr da simplicidade e perco com isso em emoção. Eu lembrei que escrevia com mais naturalidade no tempo das cartas.

 

Por isso mesmo, ontem, após conversa com um grupo de amigos, eu resolvi escrever uma carta para todos eles e a nomeei de sobre Varais, Lembranças, Estradas e Estrelas. Ela começa assim:

 

Tirei alguns instantes para respirar e o ar Amor levou-me a um lugar onde mãos e abraços constroem sentidos.

 

As palavras se lançaram sobre a tela como se eu não mais estivesse ali. Existia uma magia no meu respirar como se o ato de “inspirar e expirar” fosse simplesmente um sentimento... Amor. Lembrei do rosto de cada um dos meus amigos, de tudo que temos passado juntos, das dores e dificuldades, das conquistas e vitórias. Lembrei de pequenos ou grandes problemas de vida e do quanto estamos juntos. Juntos. É isso que deixa tudo mais bonito e simples.

 

Escrevi a carta e vou enviar para cada um deles no próximo mês. Dezembro é meu mês de renovar esperanças, de olhar Jesus Menino, de me encantar com pequenas coisas. Coisas que eu devia fazer com alegria todos os dias e sem medo de ser ridícula. Ou feliz?


Escrito por Banga às 12h33
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25.11.07

“Quero que tudo saia como som de TIM MAIA”

 

 

Lábios de Mel

Deixe que eu sinta teu corpo
Que eu beije teu corpo
Teus lábios de mel
Deixe que eu te abrace agora
Que a noite lá fora ficou pra depois

Venha ser a companheira esperada
Corpos juntos, mãos dadas
Preciso de você
E sinta lá de dentro a vontade
Meu olhar é verdade, eu quero só você

Deixa, deixaaa, uu uu
De, deixa.....a, aa aa

Deixe que eu te abrace
Te embale o sono
Teu corpo no meu
Deixe que eu te desperte
Sussurre baixinho teu nome
Pra depois dormir

Venha ser a amada amante te desejo
Quero me perder nos teus beijos
Quero hoje te amar
Venha ser a companheira esperada
Corpos juntos, mãos dadas, preciso de você

Deixa, deixaaa, uu uu
De, deixa.....a, aa aa

 

A fim de voltar

A fim de voltar
-mas eu tenho um certo receio
A fim de voltar
-E não sei se devo ou posso
A fim de voltar
-E não deixe de ir agora
A fim de voltar
Mas você que foi embora

Quero me ajudar e quero te ajudar
Desse jeito não vai dar, não vai, não vai
Não tem jeito de ficar, ficar, ficar satisfeito
numa legal se você não me ajudar agora

Quero se legal não quero o seu mal
E seria bem melhor, melhor, melhor
Se você ficasse apar, apar, apar ai tudo
Sensacional uma alegria visual

Sei que bem mereço, embora o seu preço
Seja duro pra pagar, pagar, pagar
Porisso venho de vagar,vagar,vagar
Muito embora o que lamento
É não ver você aqui agora

Quero,quero,quero,quero,quero,quero...
A fim de Voltar
Estou a fim de voltar

“Sem grilos de mim!!!!!”

Tim Maia!!!

Vânia Ramos


Escrito por Banga às 12h25
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